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Bem-Estar

Saiba a importância do exercício físico para diabéticos e como começar

Para quem convive com a doença crônica, a atividade física funciona como remédio. Entenda por que e como começar a sentir os benefícios

13/09/2021 17:16, atualizado 13/09/2021 17:35
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Foto mostra mulher de meia idade se exercitando

Quando se fala em diabetes, o tratamento medicamentoso e as restrições alimentares são os cuidados que vem à mente. No entanto, nem só de uma dieta livre de açúcares vivem os portadores da doença crônica. Incluir no cotidiano a prática de atividades físicas é outro importante pilar da terapia contra a enfermidade.

Entre os benefícios, redução da pressão arterial, aumento da força e resistência muscular, diminuição do estresse e, em especial, controle da glicemia são fundamentais para quem convive com o problema.

Saiba a importância do exercício físico para diabéticos e como começar - destaque galeria
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Manter uma rotina regrada favorece o aumento dos músculos. Não pare quando conseguir seus objetivos, pois a perda de massa magra é perceptível em apenas duas semanas sem atividades
Além disso, a orientação da OMS para o consumo de água diário é de 35ml por kg de peso
As atividades físicas são indispensáveis para o bom funcionamento do corpo e da mente
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As atividades físicas são indispensáveis para o bom funcionamento do corpo e da mente

SrdjanPav/Getty Images
Manter uma rotina regrada favorece o aumento dos músculos. Não pare quando conseguir seus objetivos, pois a perda de massa magra é perceptível em apenas duas semanas sem atividades
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Manter uma rotina regrada favorece o aumento dos músculos. Não pare quando conseguir seus objetivos, pois a perda de massa magra é perceptível em apenas duas semanas sem atividades

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Além disso, a orientação da OMS para o consumo de água diário é de 35ml por kg de peso
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Além disso, a orientação da OMS para o consumo de água diário é de 35ml por kg de peso

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Não é exagero dizer que, para os diabéticos, os exercícios funcionam como crucial complemento aos remédios. Também não é complicado explicar o porquê. As boas notícias são resultado da queima de açúcares promovida pelo gasto energético. Na hora de suar a camisa, o organismo queima a glicose ou açúcar no sangue para fornecer combustível ao corpo — o que contribui para reduzir os índices glicêmicos. Com o tempo, o efeito é amplificado.

“A curto prazo, os exercícios contribuem para reduzir o açúcar no sangue e, a longo prazo, eles ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina”, afirmou o endocrinologista estadunidense Emory Hsu em entrevista ao site Insider. Há, ainda, relatos de pacientes que pararam de tomar insulina depois de se exercitarem.
Como montar uma rotina?

Se o plano é sair do sedentarismo, qualquer movimentação é bem-vinda. Especialistas recomendam desde atividades em casa como cortar a grama, uma boa caminhada até um passeio de bicicleta. O importante é escolher alguma que se adeque ao seu estilo de vida e personalidade — sempre priorizando o bem-estar.

Para os preguiçosos de plantão, a hiper ou hipoglicemia (quando o açúcar baixa ou sobe demais, causando sintomas desagradáveis) não funcionam mais como razão para se manter no sofá. Embora o treino exija cuidados especiais por conta da condição, o protocolo e as recomendações de exercícios para diabéticos estão muito bem consolidadas.

No entanto, para não passar perrengue, a endocrinologista Emory Hsu ensinou o checklist antes de calçar o tênis e partir para a prática:

  • Sempre consulte seu médico. Informe se você teve qualquer outra complicação de saúde com o diabetes, como problemas nos olhos, doenças cardíacas ou derrame, e escute atentamente as recomendações dele.
  • Não há por que ter pressa. Familiarize-se com a maneira como os exercícios afetam o açúcar no sangue, testando antes e depois do exercício e monitorando todas as alterações importantes. O nível de glicemia deve permanecer dentro dos limites saudáveis ​​que você e o seu médico estabeleceram.
  • Monitore possíveis feridas ou contusões. Muitos diabéticos têm sensibilidade diminuída nos pés, então, é possível que as dores nas feridas passem despercebidas. Um bom começo é a própria vistoria visual, que pode ajudá-lo a identificá-los e prevenir infecções.

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